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"A regra é muito simples: se der sono, encosto o veículo e durmo": quem ensina é o experiente caminhoneiro Juarez Domingues Rosa, 43 anos, 23 deles rodados com segurança pelas rodovias do Brasil. O que ele diz parece básico, mas muitos motoristas ainda desconsideram essa regra.
 
Com a experiência de quem já chegou a viajar por três dias seguidos para entregar uma carga que foi de Santa Catarina até o Espírito Santo, Juarez diz que, assim que o corpo começa a sentir o cansaço, é hora de parar para recarregar as forças.
 
E a regra não vale apenas para quem estiver dirigindo nas rodovias. Acidentes podem envolver desde uma viagem familiar num feriado até a saída de uma festa pelas ruas da cidade na madrugada.

A Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego) informa que até 60% dos acidentes de trânsito ocorrem por fadiga ou sono ao volante. O perigo da sonolência na direção fica claro em exemplos de nosso cotidiano. Alguém que está acordado há 19 horas (situação normal quando ficamos até de madrugada em festas) pode levar mais de um segundo para reagir aos estímulos.

Se o veículo estiver a 50 km por hora, irá percorrer quase 14 metros antes do motorista pensar em colocar o pé no freio.
 
Prudência
 
O professor Silvio Fernandes Junior, que publicou estudos sobre o tema em dois livros, explica que quem fica muitas horas sem dormir reduz os atos reflexivos. "O ideal é termos uma noite de sono de no mínimo 7h30 e não ultrapassarmos o período de 19 horas acordado", orienta o professor, que é bauruense e membro da Cemsa (Centro Multidisciplinar em Sonolência e Acidentes).

Mas ele ressalta que cada organismo reage de uma forma diferente, e diversos fatores interferem na intensidade do sonolência ao volante. Um deles é a qualidade do sono.
 
Quem inverte os períodos de descanso - dormindo durante o dia e trabalhando na madrugada - está mais propenso a acidentes. "Isso inverte o ciclo natural de nosso relógio biológico e a qualidade do sono pode ser até 30% inferior ao do período normal", explica Silvio.
Independentemente dos casos e fatores envolvidos, a orientação é a mesma que o caminhoneiro Juarez deu no início do texto: assim que sentir cansaço, o motorista deve agir.
 
Medidas paleativas como abrir a janela do carro e ligar o som do veículo podem ajudar a manter a pessoa em estado de alerta. Quando o motorista está há mais de duas horas no volante, a Abramet recomenda encostar o carro e praticar de dez a 15 minutos de exercícios.
Mas se o sono bate pesado, não tem jeito: é hora de trocar o volante pelo travesseiro, em prol da sua saúde e da dos outros motoristas. 60% dos acidentes de trânsito tem fadiga ou sono como uma das causas, diz estudo.
 
Caminhoneiros usam drogas para não dormir
 
Muitos motoristas, principalmente aqueles que transportam cargas por diversas horas seguidas, tomam remédios para inibir o sono. Popularmente chamados de "rebites", eles ajudam os condutores a ficarem até dias sem dormir. Entretanto, os rebites fazem mal à saúde e prejudicam o reflexo dos condutores, facilitando a ocorrência de sérios acidentes.
 
Polícia Militar tem projeto "Acorda Motorista"
 
Os motoristas que passarem por uma base da Polícia Militar Rodoviária e receberem sinal para estacionar no acostamento não precisam entrar em pânico: a ação pode ser apenas um convite para tomar um cafezinho ali mesmo, com os policiais. A atitude faz parte do projeto "Acorda Motorista", ação dos policiais para evitarem acidentes causados pela sonolência.
 
Quando percebem que os condutores estão cansados, eles orientam a interrupção da viagem para uma pausa para um café quente e um pouco de exercício para afastar o sono. Alongar os membros e mexer o corpo ajudam a espantar a sonolência. "Alguns motoristas já são praticamente fregueses de nossa base", brinca o 1º Tenente Valter Luis Dacêncio, da Polícia Militar Rodoviária de Bauru.
 
Ele garante não haver nenhuma punição ou represália para os condutores que assumirem estar com sono. "Nossa ação é mais de orientação e ajuda do que de repressão", afirma Valter. O tenente também orienta a população a procurar a polícia se perceberem algum motorista dirigindo com sono.

O principal sinal da sonolência ao volante é quando o veículo começa a "comer" faixas da pista, resultado da falta de atenção. Mas a população deve evitar tomar atitudes para acordar o colega de rodovia, como buzinar. Muito menos emparelhar os veículos, pois pode se envolver em um acidente.

Além disso, nem sempre os sinais significam sonolência. "O motorista pode estar sendo vítima de assalto, por exemplo. O melhor é chamar sempre a polícia", diz o tenente.
 
Difícil de detectar
 
Ao contrário da embriaguez, não existe exame para detectar sono ao volante. O sintoma mais comum é o motorista "comer faixas" da pista. Nos acidentes em que o condutor dormiu, geralmente não há marcas de freio na pista.

 

Falta de conhecimento ou de tratamento adequado do diabetes pode colocar em risco a saúde dos carreteiros além de comprometer a segurança na estrada no caso de uma crise de hipo ou hiperglicemia.
 
 
Manter hábitos saudáveis com horários flexíveis de alimentação está longe de fazer parte do dia a dia dos motoristas de caminhão. Tal rotina, os posicionam como fortes candidatos a desenvolverem doenças que, na maioria das vezes, agem de maneira silenciosa e que podem levar o indivíduo a a morte se não tratada de maneira correta.
 
O diabetes, provocada pela deficiência de produção ou de ação da insulina, é um bom exemplo. Dados do Programa Estrada para a Saúde, realizado pela Nova Dutra, no eixo Via Dutra, mostram que dos 3.216 carreteiros atendidos no ano passado 13% apresentaram glicemia alterada.
 
As principais consequências para aqueles que desconhecem ser portadores da doença ou mesmo os que sabem mas não realizam o tratamento correto é a possibilidade de uma crise de hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) ou hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue). No caso dos carreteiros, que passam boa parte do tempo dirigindo, ter uma dessas crises pode comprometer a segurança na estrada. A justificativa é simples, entre os sintomas estão tremedeira, desequilibro, perda de coordenação, tontura, sonolência e visão embaçada, situações que podem levar o indivíduo a perder o controle da direção e provocar um acidente.
 
Pessoas com mais de 45 anos, acima do peso ideal, histórico familiar, sedentárias, hipertensão arterial, colesterol ou triglicérides alterados, devem realizar o teste para saber se têm pré-diabetes, primeiro passo para o desenvolvimento da doença. Durante o ano, algumas concessionárias, como a NovaDutra, realizam campanhas de saúde que contemplam o exame de glicemia.
 

Fonte: Portal O Carreteiro

13 SEP
Postado por: Gisele Ribeiro

Caminhoneiro: Desafios da profissão

 
O carreteiro amanhece e anoitece sob pressão, numa rotina desgastante de compromissos profissionais a serem cumpridos, sem falar nos inevitáveis problemas domésticos que precisam ser resolvidos resultando em situações que são potencializadas e acabam se refletindo diretamente no seu bem-estar físico e mental. Essa pressão, geradora de estresse - aliada aos maus hábitos alimentares e falta de exercícios físicos decorrentes da atividade - é prejudicial à saúde, como todos sabem. Porém, as mudanças climáticas que acontecem durante as viagens, de uma região para outra, ou mesmo das estações do ano, também se constituem num risco para a saúde do carreteiro.
 
De acordo com o médico Allan Pierre Foltz, 36 anos e 12 de medicina de família, é no Verão que pessoas que precisam enfrentar o seu dia a dia em condições estressantes ficam sujeitas a sofrerem distúrbios com mais facilidade. "Um deles é hipohidratação, por isso é importante que motoristas e viajantes em geral prestem muita atenção ao consumo adequado de líquidos, não só água, mas também de sucos e bebidas ricas em sais minerais que auxiliam na fixação da água no organismo", aconselha. Lembra que o uso constante de ventiladores e ar-condicionado refrescam, mas também acelera o processo de perda de líquido pelo corpo, pois ajuda na evaporação do suor, e essa perda muitas vezes não é notada pela pessoa. "Água, sim, porém somente filtrada ou mineral, ao contrário o risco de contaminação é grande", adverte o médico.
 
Destaca, também, a preocupação com alimentos contaminados. "Bares e restaurantes nem sempre têm condições adequadas de higiene, então não se pode descuidar, com atenção especial para alimentos manipulados, fritos e até mesmo assados. O ideal é preferir alimentos frescos ou refrigerados". Segundo ele, mesmo tomando todos os cuidados, se o viajante contrair alguma patologia intestinal, onde o principal sintoma são as fezes líquidas - deve ser feita a hidratação com sais de reposição oral e, se necessário, procurar auxílio médico. "A grande maioria das síndromes diarréicas são de fácil tratamento, mas se houver sangramento ou febre, um médico deve ser consultado com urgência", explica. E lembra que, como nesta época do ano a incidência solar é maior, deve ser redobrado os cuidados de proteção da pele, com a utilização de protetor solar em todas as partes do corpo expostas a luz, mesmo que não estejam diretamente ao sol, como mãos, rosto, orelhas e principalmente o pescoço. Lembra que a ação do protetor é de aproximadamente quatro horas e, se houver muita sudorese, esse período encurta para duas horas. Acrescenta que o Fator de Proteção Solar (FPS) deve ser de no mínimo 30, dependendo da cor da pele, e para os mais brancos o ideal é o FPS 60.
 
Mesmo sem ainda ter consultado um médico, o carreteiro Valdir Ruiz Diniz disse que não estava bem de saúde. Natural de Maringá/PR, 30 anos de idade, seis de volante, e dirigindo um caminhão tanque 2008 no transporte internacional, ele confessou na ocasião que só esperava chegar à sua casa para fazer um check-up médico. Contou que sentia tonturas frequentes, atribuindo o problema à pressão. Já foi obrigado a parar o caminhão com medo de sofrer um acidente. Lembra que apesar de ser novo, sofre muito com qualquer mudança de temperatura. No Inverno por causa da bronquite, precisa fazer inalações. E no Verão sofre com diarréias constantes, que combate com água e limão ou água e maizena. Afirma que cuida da alimentação, come bastante frutas e só toma água mineral. Concorda que tem andado muito estressado com o trabalho e com problemas familiares, pois se separou da mulher há pouco e tem filhos. Além disso, "as longas esperas nas aduanas e a falta de respeito desse povo com o motorista de caminhão vão deixando a gente nervosa", afirma.
 

Adriano Lopes Pereira, 38 anos e oito de profissão, natural de Itaqui/RS, cuida da saúde, evitando se expor aos extremos de temperaturas no Inverno ou Verão. Previne-se com vacinas antigripais, tem os lugares certos para a alimentação, só toma água mineral. Diz que pelo menos uma vez ao mês verifica a pressão arterial e faz um exame médico completo a cada ano. O último check-up foi há seis meses e há quatro está usando óculos porque sentia muitas dores de cabeça. O oftalmologista receitou um tipo de lente especial que resolveu o problema. Agora está tudo bem, afirma. Garante que é preciso estar atento e não facilitar. "Quem está no trecho não pode adoecer", afirma.

Sandro Odinei dos Santos Rodrigues, natural de Uruguaiana/RS, tem 27 anos e três de profissão. Trabalha com um caminhão 86 trucado e viaja entre São Paulo e Argentina. Segundo ele, no Inverno se resfria com facilidade. Se cura com remédios comuns e de vez em quando um chá caseiro. No Verão fica sempre doente do estômago e com diarréias frequentes por causa da alimentação e da água, principalmente na Argentina, diz ele. Nem sempre dá para escolher um lugar adequado para as refeições e muitas vezes come um sanduiche ou pastel e volta para a estrada. Sempre que possível leva frutas e água mineral na cabina, mas "nem sempre é possível", brinca. Já está acostumado com esses inconvenientes, os quais sabe as causas, mas vai levando enquanto der e se curando com remédios caseiros e " sempre tomando muita água para não ficar desidratado", conforme afirma.
 
Glauber Slaviero é natural de Tapejara/RS, tem 35 anos, 15 de volante e trabalha com um caminhão 2003 viajando entre os países do Mercosul e os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Ele afirma que sofre mais nos meses de Verão - a não ser nos rigores do Inverno na travessia dos Andes - quando padece de dores de barriga constantes causadas pela água salobra ou alimentação estragada. Prefere cozinhar, mas nem sempre dá tempo. Então é preciso se contentar com um pastel e uma xícara de café com leite. "Às vezes não dá para escolher um lugar adequado para as refeições e é preciso se contentar com o que aparece", afirma. Por isso, costuma levar frutas e água mineral na cabina para as emergências. Também se ressente de resfriados frequentes no Verão, quase sempre pelo fato de nos dias de muito calor dirigir sem camisa e com o vidro aberto, fazendo com que o corpo esfrie muito rapidamente com a evaporação do suor, acabando num resfriado. Lembra que anualmente passa por exame médico completo por exigência da empresa e sempre que vê serviços de atendimento nas praças de pedágios, verifica a pressão e faz todos os exames disponíveis. Fuma eventualmente e não bebe. ?Afinal, não dá pra brincar com a saúde, garante.
 
O carreteiro Alexandre Fonseca de Oliveira, 33 anos e oito de direção, natural de Londrina/PR, trabalha no transporte internacional dirigindo um caminhão 2008. Tem boa saúde e dificilmente fica resfriado. Prefere o clima quente, mas já acostumou com o frio de tanto atravessar as Cordilheiras dos Andes. Diz cuidar da alimentação consumindo apenas alimentos saudáveis, frutas, verduras e legumes. "Tomo bastante água e sempre mineral, porque a de torneira, nos postos de combustíveis, é terrível", comenta. Na Argentina, a situação é pior, segundo diz. Entre os cuidados que Alexandre toma para preservar a saúde, também está incluída a perfeita regulagem do ar quente ou do frio da cabina, conforme as circunstâncias, mas sempre mantendo um equilíbrio com o ar externo ou mantendo o ambiente úmido. Fez um exame médico completo há seis meses e está tudo em ordem. E, como não fuma e não bebe, acredita que se continuar assim, não terá com o que se preocupar por algum tempo. Mas, como nada é perfeito, lembra que há alguns meses comeu num restaurante no Nordeste e ficou mal da barriga. "Alguma coisa estragada", raciocina.
 
Igualmente com boa saúde e comendo de tudo, sem preocupações com o Inverno ou Verão, o carreteiro Neivo Antônio Barreta, 43 anos e 18 de profissão, natural de Sananduva/RS, apenas se queixa de dores nas costas. Ele tem hérnia de disco há anos e a solução seria cirúrgica, alternativa descartada por enquanto. Prefere fazer suas próprias refeições, levando alimentos do seu gosto na "caixa cozinha", mas sem incluir frutas, verduras ou legumes, "que não é muito chegado". Em compensação toma muita água mineral e muito chimarrão, três ou quatro vezes ao dia, não correndo o risco de ficar desidratado, garante sorrindo. Neivo não tem problemas de saúde, a não ser a dor nas costas, que depois de algumas sessões de massagens de uma comadre, que é massoterapeuta, quase sumiram. Essas massagens foram feitas há quase um ano e ele está se sentindo muito bem. E, quanto à alimentação, garante que come de tudo, sem problemas.
11 SEP
Postado por: Gisele Ribeiro

Rádio PX é a rede social dos caminhoneiros

 
 
Celulares, laptops, comunicação por satélite, rastreadores, tudo isto está presente nas boleias pelo Brasil afora. Porém, uma tecnologia bem mais simples ainda é a preferida dos motoristas: o rádio PX. Em plena era dos computadores, este serviço de comunicação ainda é o mais prático, barato e útil nas estradas.
 
O rádio PX é um serviço de radiocomunicação que permite a conversa entre pessoas que utilizam transreceptores na faixa de radiofrequência em torno dos 27 MHz. A grande vantagem é o custo zero - o investimento é restrito ao aparelho e à instalação - para comunicar-se com os amigos e outros colegas da estrada. Assim, torna-se praticamente uma rede social dos caminhoneiros.
 
As faixas abertas, com a qual qualquer um que possua um aparelho pode se comunicar, servem para avisar sobre problemas na estrada, acidentes, pedir ajuda em caso de quebras mecânicas, entre outras coisas. Para o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), Claudinei Pelegrini, infelizmente a cordialidade nas estradas está caindo.
 
"Antigamente não era preciso pedir ajuda, outro caminhoneiro parava para ajudar naturalmente. Hoje, a coisa está mais dispersa e o rádio PX é uma maneira de eles se relacionarem", diz.

Assim como o uso responsável do rádio é exaltado por motoristas, para ajudar uns aos outros, outros lamentam a quantidade de futilidade e obscenidades repassada nas ondas livres do PX. É o caso de Célio Drapezzinski, 59 anos e há 30 na estrada. "Eu uso muito canal aberto, me informo se tem alguma coisa na estrada pela frente se está parado, sem previsão para liberar, eu já encosto num posto. Não vou ficar no meio da estrada sem necessidade. É muito bom, hoje não viajo sem o rádio, mas é uma pena que muitos motoristas usam isso para falar palavrões ou mal uns dos outros", conta.
  
 Há os que defendam a liberdade do rádio, onde cada um fala o que bem entende. Emilio Dalçoquio, motorista orgulhoso, nascido no dia do caminhoneiro (30 de junho) e criador do site Cowboys do Asfalto, é um deles. "Na realidade, 90% do que se fala é bobagem, mas é um direito que eles têm, de falar besteira ou utilidades. Mas o que mantém o dia a dia no rádio é conversa de boteco, que alegra e ajuda a passar o tempo", lembra.
 
Papo de rádio
 

A linguagem do rádio PX é um assunto à parte. Misturando o código "Q" internacional, usado para qualquer tipo de rádio, com gírias criadas pelos próprios motoristas, surgiram termos como barracão de zinco (caminhão baú), botina preta (policial rodoviário), botina branca (médico), cristal (esposa), dois metros horizontais (dormir), para-raios (sogra), entre tantos outros.
 
O hábito de ficar "birocando na caixinha preta", isto é, falando no rádio, é comum à maioria dos caminhoneiros. Com um investimento baixo, em torno de R$ 200, os profissionais do "tapete preto" (estrada) o consideram essencial, mas poucos se legalizam junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mantendo o aparelho de maneira ilegal. O serviço de rádio cidadão, conhecido como PX, é taxado para cada estação móvel, pelo direito de execução do serviço e pelo direito do uso das radiofrequências
 
 

Fonte:Blog do Caminhoneiro

 
Calibrar os pneus deve ser uma prática constante entre os caminhoneiros. Mantê-los com a pressão adequada garante que tenham maior durabilidade e contribui para a segurança do motorista. Além disso, gera economia para o transportador, uma vez que evita perda de quilometragem. Por isso, é importante realizar esta manutenção preventiva.
 
Dada a grande quantidade de pneus que normalmente equipa um veículo de carga - de 6 a 26 pneus - e a dificuldade de acessar a válvula de ar dos mesmos, os motoristas e profissionais da manutenção em geral costumam deixar de realizar a verificação da calibragem com a periodicidade necessária. A orientação é verificá-los pelo menos uma vez por semana e, havendo a necessidade de calibragem, esta deve ser feita com os pneus frios.
 
A pressão dos pneus está diretamente relacionada ao cumprimento adequado de suas funções. Se estiver acima da recomendada, em função da carga transportada e do tamanho do pneu, provoca o desgaste acelerado do centro da banda de rodagem; já estando abaixo, provoca o desgaste acelerado das suas extremidades, área chamada de ombros. Quando mantida dentro dos índices indicados, proporciona ao pneu um apoio perfeito no solo e, desta forma, a rodagem apresenta um desgaste normal.
 
Além do desperdício de borracha, a pressão inadequada contribui para maior consumo de combustível, deficiência do poder de frenagem e estabilidade do veículo, fadiga precoce da carcaça do pneu e pode, ainda, prejudicar o conforto do motorista durante a viagem. Com o tempo, o pneu com pressão incorreta compromete a carcaça, podendo ocasionar desagregação de seus componentes, perda de ar e eventual estouro.
 
Manter a pressão adequada nos pneus faz parte de um conjunto de medidas que devem ser tomadas para prolongar sua vida útil, reduzir o consumo de combustível e garantir a segurança do usuário. Além da calibragem, motoristas e frotistas devem estar sempre atentos às condições das rodas e das válvulas de ar e realizar o alinhamento das rodas. É importante também fazer o balanceamento e o rodízio dos pneus periodicamente.
 
Além de conferir semanalmente a pressão dos pneus, o motorista deve ficar atento à válvula de enchimento de ar, para identificar possíveis vazamentos, evitar sobrecarregar o veículo, distribuir o peso da carga em todos os eixos do caminhão e evitar transitar em terrenos não-pavimentados ou com asfalto em más condições.
 
 Fonte: Web Transpo
04 SEP
Postado por: Gisele Ribeiro

Ansioso? Estressado? Nervoso?

Vamos tirar o pé do acelerador e relaxar!
 
O trânsito está ruim, o possante quebrou, o trabalho está puxado, problemas em casa ... Quem nunca passou por situações como essas? Afinal, isso é estresse, ansiedade ou apenas nervosismo? De acordo com o médico homeopata Yechiel Moises Chencinski, todos nós estamos propensos a passar por momentos como esses e é preciso atenção para diferenciar cada condição.
 
"Embora parecidos, esses estados psicológicos são denominados de acordo com o grau de intensidade. Quando um indivíduo passa por uma fase aguda de ansiedade e esgotamento, por exemplo, ele vivencia o estresse", explica.
 
A ansiedade é uma reação normal do organismo, responsável por adaptar o corpo a uma situação nova. Quando muito elevada, no entanto, essa ansiedade pode ser prejudicial e, uma das consequências, pode ser o estado nervoso agudo.
 
"Cada um responde de uma forma a cada tipo de estímulo e, às vezes, a mesma pessoa reage de maneiras diferentes a circunstâncias semelhantes. Por isso, é difícil rotular os sintomas?, aponta o médico. "Nervosismo, angústia, tristeza, depressão, ansiedade, estresse. Cada uma dessas manifestações tem características específicas".
 
Pessoas ansiosas sofrem muito por reviver fatos que já são passados, carregados de tensão e sofrimento. Querem também enxergar o futuro e imaginar situações nas quais depositam esperanças e que, dificilmente, se concretizarão. Essa atitude é conhecida como antecipação. Por isso, tente relaxar e, como diz o Zeca Pagodinho, "deixa a vida te levar"...
 
Para o especialista, apesar das reações diferentes, o caminho para resolver os conflitos deve ser: procurar um profissional de saúde."Médicos e psicólogos são capacitados para diagnosticar o problema e indicar a melhor forma de contornar essas situações e retomar o estado de harmonia e equilíbrio", recomenda.
 
Segundo o Dr. Chencinski, as pessoas estão predispostas a passar por situações desagradáveis, vez ou outra, e apenas é possível minimizar as reações em busca de uma estabilidade psicológica. "O mundo não é perfeito e, assim, seria impossível estarmos sempre em total equilíbrio emocional", acredita.
 
 
 Dez passos para diminuir a ansiedade: 
  
 1 - Se alimentar corretamente;
 2 - Manter o corpo hidratado;
 3 - Praticar atividades físicas regularmente;
 4 - Manter o equilíbrio espiritual e relaxar (respiração, caminhadas ao ar livre, meditação, entre outros;
 5 - Trabalhar naquilo que gosta e em ambiente físico e emocionalmente saudável;
 6 - Ter tempo para o lazer (cinema, leitura, passeios, viagens);
 7 - Preservar o vínculo familiar e as amizades;
 8 - Ir a consultas médicas preventivas regulares;
 9 - Dedicar um tempo a não fazer nada (de vez em quando, é muito legal guardar um tempinho para não fazer nada);
 10 - Estar de bem com a vida.
 
 
 
 "Mulher chora na saída, caminhão na subida". Frases como essa pintadas em para-choques de caminhão já foram símbolo de uma cultura popular própria dos motoristas. Hoje, as anedotas não são mais encontradas com tanta facilidade. "Era até romântico, mas agora é outro mundo. Infelizmente, vai ficar apenas na história", lamenta o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abicam), Claudinei Pelegrini.
 
Com temas que vão desde religião e família até mulheres - muitas vezes, com comentários machistas -, as frases de para-choque costumam ser bem-humoradas. "É a forma encontrada pelos caminhoneiros de interagir com o mundo", avalia a professora licenciada em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) Antonia de Fátima Farias, que analisou algumas frases em pesquisas científicas.
 
A jornalista e mestre em Comunicação Tânia Olivatti, que também já escreveu sobre o tema, acredita que um dos fatores que determinou, nos últimos tempos, o desaparecimento dessa cultura foi a mudança no modelo de negócio. "Antigamente, eram mais caminhoneiros autônomos. Hoje em dia, um veículo é caro, então eles trabalham para empresas", diz. Para ela, o caráter comercial (com propagandas da empresa estampadas nos caminhões) substituiu a tradição anterior.
 
Pelegrini também aponta a modernização como uma das contribuições para que essa prática saísse de moda. "Além dos equipamentos, são muitas pessoas novas dirigindo, que não entendem o significado, o romantismo disso", opina. O presidente da Abicam conta que, entre os anos 1970 e 1980, muitas carrocerias eram pintadas à mão, o que possibilitava a personalização.
 
Hoje, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) não tem nenhuma norma que proíba a prática, mas uma resolução define um padrão de pintura de para-choques, o que transferiu as frases que ainda resistem para o lameiro do caminhão. "Era um lugar de expressão que eles tinham", avalia Tânia.

 Experiência é um fator que faz toda diferença na condução de um caminhão. Saber como agir em situações de risco, quais são os hábitos necessários para cuidar bem do veículo e as melhores maneiras de economizar combustível são conhecimentos que se aprimoram com o tempo na boleia.
 
Mas a experiência também pode carregar alguns vícios e hábitos errados, passados de geração em geração. Alguns são tão comuns e disseminados no cotidiano da profissão que acabam se tornando mitos da mecânica. Muitos motoristas acreditam estar fazendo o correto, mas acabam agindo justamente ao contrário do recomendado pelos fabricantes.

Reunimos opiniões de instrutores de direção e de profissionais de montadoras e esclarecemos cinco desses mitos:
 
Aquecer o motor

Esquentar o motor antes de partir é um costume herdado da época em que os caminhões não tinham injeção eletrônica e os óleos lubrificantes não eram tão viscosos. Muitos acreditam ser necessário manter o motor ligado por até 15 minutos antes de rodar com o veículo - um costume sem justificativa, segundo o coordenador e instrutor do Centronor, Renato Rossato. "Sabemos que caminhão se aquece rodando, pois há diversos componentes que parados não recebem calor e aquecimento, como rolamentos, freios, embreagem, caixa de transmissão, eixo traseiro, entre outros. Não adianta aquecer por 10 minutos parado e depois sair cambiando em altas rotações, ou forçando o caminhão", explica.
 
O gerente de negócios de assistência técnica da Scania Brasil, Fernando Leite, lembra a necessidade de deixar o motor funcionando por poucos minutos antes de sair para encher o sistema de ar e freio do caminhão, fazendo com que os balões de ar comprimido se completem. Entretanto, não há necessidade de manter o motor funcionando com o veículo parado por mais tempo, pois não muda em nada no aquecimento do veículo.
 
Tirar a válvula termostática

Alguns motoristas não acreditam na necessidade de utilizar a válvula termostática. A peça é um componente do motor que regula a divisão de fluxo do líquido de arrefecimento entre o motor e o sistema do radiador. Quando o motor está frio, por exemplo, ela mantém o líquido circulando apenas no motor, para aquecê-lo mais rapidamente. Se o motor está muito aquecido, ela transfere a circulação para o sistema do radiador.
 
Segundo Fernando Leite, o mito existe graças aos problemas apresentados no passado por esse tipo de sistema. Ele afirma que hoje em dia os defeitos são raros, mas alguns motoristas insistem no hábito de retirar o equipamento, reduzindo a capacidade de arrefecimento do motor à metade, pois mantém o líquido sempre circulando tanto pelo motor quanto pelo radiador. "Em uma subida forte, com o máximo da capacidade, o motor trabalhará superaquecido e quando estiver frio, vai demorar mais para aquecer, pois o líquido não vai circular apenas dentro do motor", conta.
 
Acelerar ao ligar e ao desligar o motor

Certos motoristas pisam fundo no acelerador ao estacionar o caminhão, elevando as rotações do motor antes de desligar a ignição. A prática deriva também de caminhões antigos, da década de 1950, movidos a gasolina e com carburador. Por esse motivo, uma acelerada antes de desligar ajudava a encher a cuba de gasolina do carburador, responsável por dar partida no motor. Outros ainda acreditam queesse hábito otimiza a lubrificação do motor, acelerando logo após dar a partida.
 
Na verdade, acontece o contrário. Com os caminhões novos, a prática além de desperdiçar diesel, prejudica turbinas e o próprio motor. O motivo é justamente a lubrificação. "Quando o motorista liga o motor acelerado, existe um tempo para que a bomba de óleo lubrifique a parte mais alta do motor. Nesses casos, o motor vai girar sem a lubrificação adequada. O mesmo vale para as turbinas, que param de funcionar de maneira inercial. Ao acelerar e desligar o motor, a turbina seguirá girando até parar, e sem estar lubrificada", afirma Rossato.
 
Não usar aditivo radiador

A não necessidade de adicionar líquido aditivo à água do radiador é mais uma lenda que corre as estradas. Muitos desconhecem, mas esse líquido tem capacidade de transformar as propriedades da água. Basicamente, amplia os intervalos entre fervura e congelamento do líquido, evitando que superaqueça no verão ou corra o risco de congelar em invernos rigorosos. "Outra importância são as propriedades anticorrosivas dos aditivos. Eles protegem a parte interna do motor de corrosão e ferrugem", alerta Leite.
 
Utilidade do freio motor

Há motoristas de caminhão que questionam a necessidade do freio motor. "Alguns acreditam que ele danifica os coletores do escapamento, superaquece o motor, causa problemas para sugar o óleo do carter por causa da pressão em demasia, enfim, uma infinidade de justificativas erradas", lembra Rossato.
 
Além de manter o caminhão com maior segurança na pista, principalmente nos declives acentuados e longos, o freio motor evita o desgaste das lonas e tambores do freio de serviço, que podem aquecer e até parar de funcionar. "Alguns acham que aumenta o consumo de combustível, mas acontece o contrário, na verdade quando o freio motor é acionado, a injeção de combustível é cortada totalmente, o motor trabalha sem queima", ressalta Leite.
 

 

 

 
As pessoas, de maneira geral, costumam relacionar problemas relativos à saúde ocular com doenças como catarata, glaucoma e conjuntivite, mas ignoram o fato de que o estilo de vida ou doenças em outros órgãos podem influir diretamente na qualidade da visão.
 
O alerta foi feito pela médica e especialista em glaucoma do Centro de Oftalmologia do Hospital São Vicente de Paulo do Rio de Janeiro, Luisa Aguiar.
 
Luisa, que é também membro da Sociedade Brasileira de Glaucoma e da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, diz que, principalmente nesta época do ano - quando pessoas tendem a ficar mais próximas e em locais fechados devido à predominância de baixas temperaturas - uma preocupação maior com a higiene é fundamental para se evitar prejuízos à qualidade da visão.
 
"Lavar as mãos com frequência ainda maior, evitar aglomerações e estar sempre alerta muitas vezes pode ser o diferencial entre uma boa ou má qualidade visual", disse. "Os hábitos de vida estão diretamente relacionados à saúde ocular. Fumantes, sedentários e pessoas que ingerem pouca água e nutrientes ficam mais vulneráveis aos problemas visuais por terem reduzida a capacidade de defesa do organismo".
Segundo a especialista, diabetes e hipertensão arterial, por exemplo, também podem comprometer a visão de forma irreversível. A médica alerta que infecções como a dengue, por exemplo, podem desencadear hemorragias no globo ocular e causar, em consequência, distúrbios "graves" na retina.
 
"Eu sempre recomendo aos meus pacientes que, a partir dos 40 anos, consultem anualmente um oftalmologista, pois é sempre mais eficaz prevenir do que tratar. Engana-se quem pensa que apenas as doenças crônicas afetam a visão", diz.
 
Membro da Sociedade Brasileira de Cataratas e Implantes Intraoculares e também do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o médico e especialista Glauber Marques diz que a baixa umidade do ar nessa época do ano, combinada com a maior proximidades das pessoas em locais fechados, podem ressecar os olhos.
 
Em sua avaliação essa combinação de fatores é explosiva quando o assunto são infecções oculares. "A incidência de conjuntivites como a tracoma [infecção bacteriana altamente contagiosa] e herpes ocular [infecção viral] tende a aumentar nos dias mais frios".
 
Na avaliação do especialista, a melhor forma de combater essas doenças contagiosas é evitar aglomerações, ventilar os ambientes e lavar as mãos com frequência. "Boa alimentação, atividades físicas regulares e ingestão de água com frequência ainda maior ajudam a proteger os olhos", diz.

 

21 AUG
Postado por: Gisele Ribeiro

Sete dicas para você ter mais tempo

 
1. Descubra como você utiliza o tempo
Todas as tarefas que você realiza são distribuídas em uma das esferas da Tríade do Tempo: existem atividades urgentes? Em que o prazo está curto ou acabou, atividades importantes?  Que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas e atividades circunstanciais? que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo.  
 
2. Planeje-se!
Ter mais tempo para vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esso é o processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo.

Para isso, planeje sua semana com antecedência ou pelo menos 3 dias a sua frente, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

 

3. Escolha uma ferramenta
Agenda, iPhone, Outlook, Neotriad, caderno, etc - eleja uma plataforma que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

 
4. Limite seu horário de trabalho
Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional.

Se fosse uma obrigação você sair exatamente no seu horário (algo do tipo quando apagam as luzes do escritório) com certeza você seria mais centrado e por consequência mais produtivo. Experimente criar esses "limitadores" para você no dia-a-dia.

 

5. Ache um hobby
Descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda. Quando fazemos coisas que nos trazem descanso, conforto e satisfação, temos a tendência a ir em direção desses compromissos e evitamos ao máximo que o dia seja desfocado.

Você já reparou que quando alguém do escritório joga futebol com amigos durante semana, como ele sempre consegue sair no horário naquele dia?
 
6. Organize a papelada
Organize seu local de trabalho, sua papelada, suas revistas e seus armários. Assim você terá mais facilidade para encontrar o que precisa.
 
Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações? e isso é muito tempo perdido.

 

7. Priorize seu dia - todos os dias
Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução. Foque nessa lista.

Quando você chegar ao fim do dia puder riscar tudo aquilo que conseguiu cumprir, a sensação será de começar o dia seguinte zerado.

 

 

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O que são feeds?

Feed é um sistema também conhecido como RSS Feeds (RDF Site Summary ou Really Simple Syndication).

Os feeds RSS são listas de atualização de conteúdo de um site, escritos com especificações baseadas em XML. Servem para que os internautas possam acompanhar o conteúdo publicado em um site sempre que este for atualizado.

Como usar:

O visitante/usuário de um site inclui o link dos arquivos feed desse site em um programa ou site leitor de feeds e passa então a receber as atualizações do site cujo arquivos de feed está assinando. Hoje já existem sites que funcionam como agregadores de feeds, mostrando as atualizações no próprio navegador, dispensando a instalações de softwares específicos para a assinatura de feeds.

Você pode acessar o link dos feeds da seção de News do Portal Randon aqui e inseri-lo no seu programa ou site leitor de feeds. Assim, você receberá o conteúdo da seção de notícias do portal sempre que ele for atualizado.

As últimas versões dos navegadores Internet Explorer e Firefox possuem leitor de feeds, o que permite a seus usuários utilizarem o próprio navegador para assinar feeds.

Softwares agregadores de feeds: FeedReader  |   FeedGhost  |   SharpReader

Sites que funcionando como agregadores de feeds: Bloglines  |   Blogtok  |   Google Reader  |   Netvibes

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