19 JUL
Postado por: Gisele Soares

Homenagem ao Dia do Motorista

A estrada nos une em todos os caminhos e todos os dias nós estamos com você!
 
É na estrada que a gente se encontra, seja no campo ou na cidade, a trabalho ou a lazer, é ela que nos leva para todos os destinos.
 
As Empresas Randon estão presentes em todos os caminhos e desejam um Feliz Dia do Motorista!
 

 

Djordje Balac, um jovem croata de 20 anos de idade, passa semanas, às vezes até mesmo meses, diuturnamente criando modelos realistas incrivelmente precisas de veículos industriais como caminhões, escavadeiras e guindastes exclusivamente com palitos de fósforo e cola. Um desafio à paciência levada a um nível insano.
 
A paixão de Djordje em fazer modelos de madeira remonta a escola primária. No começo, ele cortava todas as peças necessárias para realizar suas obras, mas logo descobriu que palitos eram um material muito melhor e, como ele mesmo diz.: "O resto é história".
Ele começou a usar centenas de caixas de fósforos para criar modelos de pequeno porte de seus caminhões e equipamentos industriais favoritos, e passou semanas tentando criar todos os detalhes. Como suas habilidades melhoraram, o jovem de Gospic, na Croácia, decidiu levar sua arte com palito de fósforo para o próximo nível, fazendo com que as réplicas de madeira fossem operacionais. Assim, em 2006, começou a construir modelos maiores com palitos, concentrando-se não só em replicar cada característica do projeto, mas também com a sua funcionalidade.
 
Apesar de trabalhar com um material rígido, como palitos de fósforo, ele conseguiu fazer com que os braços de suas escavadeiras e guindastes estendam e girem como um modelo real, e as cabines de seus caminhões também são destacáveis. Depois de postar fotos de suas criações em fóruns e sites de mídia social, Djordje Balac teve o reconhecimento que merecia, e até foi convidado para apresentar seus modelos em feiras e exposições por todo seu país de origem.
O primeiro modelo complexo de palito construído por Djordje, foi um caminhão GAZ 63 A russo. Foram necessários seis meses, 576 caixas de fósforos e 6 kg de cola para concluí-lo. Desde então ele reuniu uma coleção impressionante de veículos industriais de madeira, mas o que mais gosta é um Liebherr LTM 11200, o maior guindaste do mundo. Sua réplica foi feita com 175.518 palitos de fósforo, 20 kg de cola e 8 kg de verniz. Também é totalmente funcional. Balac disse a jornalistas que trabalhou nele todos os dias, durante três meses seguidos, entre oito da manhã até meia-noite. Conta que muitas vezes esquecia de comer e só via seus amigos se eles fossem visitá-lo em sua garagem. O modelador admite que foram dias muito árduos, mas acha que valeu a pena no final.
 
Atualmente, o programador desempregado procura trabalho para financiar seu próximo projeto. Sua Liebherr LTM 11200 custou um total de 8.000 kunas (2.700 reais), e apesar de ter um forte desejo de construir mais maravilhas com palito, está totalmente duro.
-"A crise tá difícil, não consigo encontrar um emprego", disse Djordje. - "Eu gostaria de trabalhar no desenvolvimento de jogos. Seria bom se eu pudesse ganhar a vida fazendo o que eu amo".
 
Uma pizzaria ambulante. Assim pode ser definido o Del Popolo, um veículo totalmente adaptado que transformou um caminhão em uma pizzaria móvel. Apesar do ambiente inovador, o chef responsável Jonathan Darsky promete trazer ao público o sabor de uma pizza tradicional, feita em forno à lenha e preparada apenas com ingredientes vindos de pequenos produtores.
 
A construção da pizzaria só foi possível com o uso de um contêiner, que foi totalmente adaptado para a construção de uma cozinha. Os fornos são abastecidos com lenha e as laterais do automóvel são envidraçadas, para que os clientes possam acompanhar o processo de preparo.

A empresa usa as redes sociais para contar aos consumidores onde o caminhão está. O Twitter é a ferramenta mais utilizada para divulgar a localização.
 
Por enquanto, a pizzaria deve circular apenas em São Francisco, na costa oeste dos Estados Unidos.

Fonte: Central do Caminhoneiro

13 SEP
Postado por: Gisele Ribeiro

Caminhoneiro: Desafios da profissão

 
O carreteiro amanhece e anoitece sob pressão, numa rotina desgastante de compromissos profissionais a serem cumpridos, sem falar nos inevitáveis problemas domésticos que precisam ser resolvidos resultando em situações que são potencializadas e acabam se refletindo diretamente no seu bem-estar físico e mental. Essa pressão, geradora de estresse - aliada aos maus hábitos alimentares e falta de exercícios físicos decorrentes da atividade - é prejudicial à saúde, como todos sabem. Porém, as mudanças climáticas que acontecem durante as viagens, de uma região para outra, ou mesmo das estações do ano, também se constituem num risco para a saúde do carreteiro.
 
De acordo com o médico Allan Pierre Foltz, 36 anos e 12 de medicina de família, é no Verão que pessoas que precisam enfrentar o seu dia a dia em condições estressantes ficam sujeitas a sofrerem distúrbios com mais facilidade. "Um deles é hipohidratação, por isso é importante que motoristas e viajantes em geral prestem muita atenção ao consumo adequado de líquidos, não só água, mas também de sucos e bebidas ricas em sais minerais que auxiliam na fixação da água no organismo", aconselha. Lembra que o uso constante de ventiladores e ar-condicionado refrescam, mas também acelera o processo de perda de líquido pelo corpo, pois ajuda na evaporação do suor, e essa perda muitas vezes não é notada pela pessoa. "Água, sim, porém somente filtrada ou mineral, ao contrário o risco de contaminação é grande", adverte o médico.
 
Destaca, também, a preocupação com alimentos contaminados. "Bares e restaurantes nem sempre têm condições adequadas de higiene, então não se pode descuidar, com atenção especial para alimentos manipulados, fritos e até mesmo assados. O ideal é preferir alimentos frescos ou refrigerados". Segundo ele, mesmo tomando todos os cuidados, se o viajante contrair alguma patologia intestinal, onde o principal sintoma são as fezes líquidas - deve ser feita a hidratação com sais de reposição oral e, se necessário, procurar auxílio médico. "A grande maioria das síndromes diarréicas são de fácil tratamento, mas se houver sangramento ou febre, um médico deve ser consultado com urgência", explica. E lembra que, como nesta época do ano a incidência solar é maior, deve ser redobrado os cuidados de proteção da pele, com a utilização de protetor solar em todas as partes do corpo expostas a luz, mesmo que não estejam diretamente ao sol, como mãos, rosto, orelhas e principalmente o pescoço. Lembra que a ação do protetor é de aproximadamente quatro horas e, se houver muita sudorese, esse período encurta para duas horas. Acrescenta que o Fator de Proteção Solar (FPS) deve ser de no mínimo 30, dependendo da cor da pele, e para os mais brancos o ideal é o FPS 60.
 
Mesmo sem ainda ter consultado um médico, o carreteiro Valdir Ruiz Diniz disse que não estava bem de saúde. Natural de Maringá/PR, 30 anos de idade, seis de volante, e dirigindo um caminhão tanque 2008 no transporte internacional, ele confessou na ocasião que só esperava chegar à sua casa para fazer um check-up médico. Contou que sentia tonturas frequentes, atribuindo o problema à pressão. Já foi obrigado a parar o caminhão com medo de sofrer um acidente. Lembra que apesar de ser novo, sofre muito com qualquer mudança de temperatura. No Inverno por causa da bronquite, precisa fazer inalações. E no Verão sofre com diarréias constantes, que combate com água e limão ou água e maizena. Afirma que cuida da alimentação, come bastante frutas e só toma água mineral. Concorda que tem andado muito estressado com o trabalho e com problemas familiares, pois se separou da mulher há pouco e tem filhos. Além disso, "as longas esperas nas aduanas e a falta de respeito desse povo com o motorista de caminhão vão deixando a gente nervosa", afirma.
 

Adriano Lopes Pereira, 38 anos e oito de profissão, natural de Itaqui/RS, cuida da saúde, evitando se expor aos extremos de temperaturas no Inverno ou Verão. Previne-se com vacinas antigripais, tem os lugares certos para a alimentação, só toma água mineral. Diz que pelo menos uma vez ao mês verifica a pressão arterial e faz um exame médico completo a cada ano. O último check-up foi há seis meses e há quatro está usando óculos porque sentia muitas dores de cabeça. O oftalmologista receitou um tipo de lente especial que resolveu o problema. Agora está tudo bem, afirma. Garante que é preciso estar atento e não facilitar. "Quem está no trecho não pode adoecer", afirma.

Sandro Odinei dos Santos Rodrigues, natural de Uruguaiana/RS, tem 27 anos e três de profissão. Trabalha com um caminhão 86 trucado e viaja entre São Paulo e Argentina. Segundo ele, no Inverno se resfria com facilidade. Se cura com remédios comuns e de vez em quando um chá caseiro. No Verão fica sempre doente do estômago e com diarréias frequentes por causa da alimentação e da água, principalmente na Argentina, diz ele. Nem sempre dá para escolher um lugar adequado para as refeições e muitas vezes come um sanduiche ou pastel e volta para a estrada. Sempre que possível leva frutas e água mineral na cabina, mas "nem sempre é possível", brinca. Já está acostumado com esses inconvenientes, os quais sabe as causas, mas vai levando enquanto der e se curando com remédios caseiros e " sempre tomando muita água para não ficar desidratado", conforme afirma.
 
Glauber Slaviero é natural de Tapejara/RS, tem 35 anos, 15 de volante e trabalha com um caminhão 2003 viajando entre os países do Mercosul e os Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Bahia. Ele afirma que sofre mais nos meses de Verão - a não ser nos rigores do Inverno na travessia dos Andes - quando padece de dores de barriga constantes causadas pela água salobra ou alimentação estragada. Prefere cozinhar, mas nem sempre dá tempo. Então é preciso se contentar com um pastel e uma xícara de café com leite. "Às vezes não dá para escolher um lugar adequado para as refeições e é preciso se contentar com o que aparece", afirma. Por isso, costuma levar frutas e água mineral na cabina para as emergências. Também se ressente de resfriados frequentes no Verão, quase sempre pelo fato de nos dias de muito calor dirigir sem camisa e com o vidro aberto, fazendo com que o corpo esfrie muito rapidamente com a evaporação do suor, acabando num resfriado. Lembra que anualmente passa por exame médico completo por exigência da empresa e sempre que vê serviços de atendimento nas praças de pedágios, verifica a pressão e faz todos os exames disponíveis. Fuma eventualmente e não bebe. ?Afinal, não dá pra brincar com a saúde, garante.
 
O carreteiro Alexandre Fonseca de Oliveira, 33 anos e oito de direção, natural de Londrina/PR, trabalha no transporte internacional dirigindo um caminhão 2008. Tem boa saúde e dificilmente fica resfriado. Prefere o clima quente, mas já acostumou com o frio de tanto atravessar as Cordilheiras dos Andes. Diz cuidar da alimentação consumindo apenas alimentos saudáveis, frutas, verduras e legumes. "Tomo bastante água e sempre mineral, porque a de torneira, nos postos de combustíveis, é terrível", comenta. Na Argentina, a situação é pior, segundo diz. Entre os cuidados que Alexandre toma para preservar a saúde, também está incluída a perfeita regulagem do ar quente ou do frio da cabina, conforme as circunstâncias, mas sempre mantendo um equilíbrio com o ar externo ou mantendo o ambiente úmido. Fez um exame médico completo há seis meses e está tudo em ordem. E, como não fuma e não bebe, acredita que se continuar assim, não terá com o que se preocupar por algum tempo. Mas, como nada é perfeito, lembra que há alguns meses comeu num restaurante no Nordeste e ficou mal da barriga. "Alguma coisa estragada", raciocina.
 
Igualmente com boa saúde e comendo de tudo, sem preocupações com o Inverno ou Verão, o carreteiro Neivo Antônio Barreta, 43 anos e 18 de profissão, natural de Sananduva/RS, apenas se queixa de dores nas costas. Ele tem hérnia de disco há anos e a solução seria cirúrgica, alternativa descartada por enquanto. Prefere fazer suas próprias refeições, levando alimentos do seu gosto na "caixa cozinha", mas sem incluir frutas, verduras ou legumes, "que não é muito chegado". Em compensação toma muita água mineral e muito chimarrão, três ou quatro vezes ao dia, não correndo o risco de ficar desidratado, garante sorrindo. Neivo não tem problemas de saúde, a não ser a dor nas costas, que depois de algumas sessões de massagens de uma comadre, que é massoterapeuta, quase sumiram. Essas massagens foram feitas há quase um ano e ele está se sentindo muito bem. E, quanto à alimentação, garante que come de tudo, sem problemas.
11 SEP
Postado por: Gisele Ribeiro

Rádio PX é a rede social dos caminhoneiros

 
 
Celulares, laptops, comunicação por satélite, rastreadores, tudo isto está presente nas boleias pelo Brasil afora. Porém, uma tecnologia bem mais simples ainda é a preferida dos motoristas: o rádio PX. Em plena era dos computadores, este serviço de comunicação ainda é o mais prático, barato e útil nas estradas.
 
O rádio PX é um serviço de radiocomunicação que permite a conversa entre pessoas que utilizam transreceptores na faixa de radiofrequência em torno dos 27 MHz. A grande vantagem é o custo zero - o investimento é restrito ao aparelho e à instalação - para comunicar-se com os amigos e outros colegas da estrada. Assim, torna-se praticamente uma rede social dos caminhoneiros.
 
As faixas abertas, com a qual qualquer um que possua um aparelho pode se comunicar, servem para avisar sobre problemas na estrada, acidentes, pedir ajuda em caso de quebras mecânicas, entre outras coisas. Para o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), Claudinei Pelegrini, infelizmente a cordialidade nas estradas está caindo.
 
"Antigamente não era preciso pedir ajuda, outro caminhoneiro parava para ajudar naturalmente. Hoje, a coisa está mais dispersa e o rádio PX é uma maneira de eles se relacionarem", diz.

Assim como o uso responsável do rádio é exaltado por motoristas, para ajudar uns aos outros, outros lamentam a quantidade de futilidade e obscenidades repassada nas ondas livres do PX. É o caso de Célio Drapezzinski, 59 anos e há 30 na estrada. "Eu uso muito canal aberto, me informo se tem alguma coisa na estrada pela frente se está parado, sem previsão para liberar, eu já encosto num posto. Não vou ficar no meio da estrada sem necessidade. É muito bom, hoje não viajo sem o rádio, mas é uma pena que muitos motoristas usam isso para falar palavrões ou mal uns dos outros", conta.
  
 Há os que defendam a liberdade do rádio, onde cada um fala o que bem entende. Emilio Dalçoquio, motorista orgulhoso, nascido no dia do caminhoneiro (30 de junho) e criador do site Cowboys do Asfalto, é um deles. "Na realidade, 90% do que se fala é bobagem, mas é um direito que eles têm, de falar besteira ou utilidades. Mas o que mantém o dia a dia no rádio é conversa de boteco, que alegra e ajuda a passar o tempo", lembra.
 
Papo de rádio
 

A linguagem do rádio PX é um assunto à parte. Misturando o código "Q" internacional, usado para qualquer tipo de rádio, com gírias criadas pelos próprios motoristas, surgiram termos como barracão de zinco (caminhão baú), botina preta (policial rodoviário), botina branca (médico), cristal (esposa), dois metros horizontais (dormir), para-raios (sogra), entre tantos outros.
 
O hábito de ficar "birocando na caixinha preta", isto é, falando no rádio, é comum à maioria dos caminhoneiros. Com um investimento baixo, em torno de R$ 200, os profissionais do "tapete preto" (estrada) o consideram essencial, mas poucos se legalizam junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), mantendo o aparelho de maneira ilegal. O serviço de rádio cidadão, conhecido como PX, é taxado para cada estação móvel, pelo direito de execução do serviço e pelo direito do uso das radiofrequências
 
 

Fonte:Blog do Caminhoneiro

 "Mulher chora na saída, caminhão na subida". Frases como essa pintadas em para-choques de caminhão já foram símbolo de uma cultura popular própria dos motoristas. Hoje, as anedotas não são mais encontradas com tanta facilidade. "Era até romântico, mas agora é outro mundo. Infelizmente, vai ficar apenas na história", lamenta o presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abicam), Claudinei Pelegrini.
 
Com temas que vão desde religião e família até mulheres - muitas vezes, com comentários machistas -, as frases de para-choque costumam ser bem-humoradas. "É a forma encontrada pelos caminhoneiros de interagir com o mundo", avalia a professora licenciada em Letras pela Universidade Estadual do Maranhão (Uema) Antonia de Fátima Farias, que analisou algumas frases em pesquisas científicas.
 
A jornalista e mestre em Comunicação Tânia Olivatti, que também já escreveu sobre o tema, acredita que um dos fatores que determinou, nos últimos tempos, o desaparecimento dessa cultura foi a mudança no modelo de negócio. "Antigamente, eram mais caminhoneiros autônomos. Hoje em dia, um veículo é caro, então eles trabalham para empresas", diz. Para ela, o caráter comercial (com propagandas da empresa estampadas nos caminhões) substituiu a tradição anterior.
 
Pelegrini também aponta a modernização como uma das contribuições para que essa prática saísse de moda. "Além dos equipamentos, são muitas pessoas novas dirigindo, que não entendem o significado, o romantismo disso", opina. O presidente da Abicam conta que, entre os anos 1970 e 1980, muitas carrocerias eram pintadas à mão, o que possibilitava a personalização.
 
Hoje, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) não tem nenhuma norma que proíba a prática, mas uma resolução define um padrão de pintura de para-choques, o que transferiu as frases que ainda resistem para o lameiro do caminhão. "Era um lugar de expressão que eles tinham", avalia Tânia.
21 AUG
Postado por: Gisele Ribeiro

Sete dicas para você ter mais tempo

 
1. Descubra como você utiliza o tempo
Todas as tarefas que você realiza são distribuídas em uma das esferas da Tríade do Tempo: existem atividades urgentes? Em que o prazo está curto ou acabou, atividades importantes?  Que trazem resultado e possuem tempo para serem realizadas e atividades circunstanciais? que não agregam valor e fazem você apenas perder tempo.  
 
2. Planeje-se!
Ter mais tempo para vida pessoal e profissional é prevenir problemas e priorizar aquilo que você quer. Esso é o processo de antecipação que é fundamental na gestão de tempo.

Para isso, planeje sua semana com antecedência ou pelo menos 3 dias a sua frente, veja o que pode gerar urgências e crie atividades de prevenção.

 

3. Escolha uma ferramenta
Agenda, iPhone, Outlook, Neotriad, caderno, etc - eleja uma plataforma que faça com que você tire as pendências e tarefas da cabeça e as centralize em um lugar confiável. Utilize essa ferramenta para se planejar e antecipar seus problemas.

 
4. Limite seu horário de trabalho
Muitas vezes precisamos de horas extras para conseguir cumprir todas as prioridades do dia. Isso acontece porque sabemos que temos esse tempo adicional.

Se fosse uma obrigação você sair exatamente no seu horário (algo do tipo quando apagam as luzes do escritório) com certeza você seria mais centrado e por consequência mais produtivo. Experimente criar esses "limitadores" para você no dia-a-dia.

 

5. Ache um hobby
Descubra algo que gosta de fazer e priorize na sua agenda. Quando fazemos coisas que nos trazem descanso, conforto e satisfação, temos a tendência a ir em direção desses compromissos e evitamos ao máximo que o dia seja desfocado.

Você já reparou que quando alguém do escritório joga futebol com amigos durante semana, como ele sempre consegue sair no horário naquele dia?
 
6. Organize a papelada
Organize seu local de trabalho, sua papelada, suas revistas e seus armários. Assim você terá mais facilidade para encontrar o que precisa.
 
Estima-se que uma pessoa gasta 40 minutos por dia localizando informações? e isso é muito tempo perdido.

 

7. Priorize seu dia - todos os dias
Faça uma lista de atividades que precisa executar no dia, calcule a duração de cada tarefa (para checar se dá tempo de fazer tudo) e ordene na sequência de execução. Foque nessa lista.

Quando você chegar ao fim do dia puder riscar tudo aquilo que conseguiu cumprir, a sensação será de começar o dia seguinte zerado.

 

 


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O que são feeds?

Feed é um sistema também conhecido como RSS Feeds (RDF Site Summary ou Really Simple Syndication).

Os feeds RSS são listas de atualização de conteúdo de um site, escritos com especificações baseadas em XML. Servem para que os internautas possam acompanhar o conteúdo publicado em um site sempre que este for atualizado.

Como usar:

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